Como não fazer dívidas? 8 dicas para não se endividar

Como não fazer dívidas? 8 dicas para não se endividar

Como não fazer dívidas? 8 dicas para não se endividar

Quase metade dos brasileiros está com “a corda no pescoço”, segundo dados da Serasa Experian. Dados revelados pela empresa indicam, nada menos, que 60 milhões de pessoas estão endividadas. Dentre os motivadores dessa inadimplência toda está o acúmulo de dívidas, provocado pelo descontrole financeiro.

Mas o que fazer para não acabar com contas e mais contas? Continue lendo e descubra direitinho como não fazer dívidas!

1. Organize suas finanças

Identificar com exatidão o quanto você tem disponível para gastar é o primeiro passo a dar no sentido de evitar dívidas. Por isso, anotar as entradas e saídas de dinheiro — em papel, planilha ou gerenciador financeiro — é fundamental.

Esse controle dos recursos aumenta a visibilidade do capital comprometido com as despesas fixas, e permite conhecer os gastos que variam. Ou seja: é básico para você programar seu mês. Com isso, saberá com exatidão a quantia disponível para fazer compras sem se endividar.

2. Gerencie seus recursos com inteligência

Você organizou as contas e sabe o quanto tem para despender no decorrer do mês. Agora é hora de administrar bem esse valor. Pois gerenciado da maneira certa, o dinheiro fica mais tempo em conta e serve de proteção contra as dívidas.

Mas como fazer do dinheiro em conta seu grande aliado? Usando ele com consciência! Muitas são as medidas a se adotar para melhorar a relação com as finanças. Algumas dessas atitudes são simples, entretanto exigem mudar hábitos de consumo.

Dentre os jeitos de gastar que merecem ser mudados estão:

  • comprar sem planejar;
  • comprar quando não é preciso;
  • comprar motivado por impulso.

As próximas dicas tratam do que fazer para modificar esses comportamentos!

3. Planeje suas compras

Dos pequenos itens às grandes compras, todos os gastos precisam ser planejados. Só assim é viável evitar gastos além da conta, quando se tem um orçamento e a ideia de manter-se dentro dele.

Por isso, ao estabelecer o seu orçamento, elenque no que vai gastar cada real. Não deixe nada de fora, inclua tudo aquilo que será adquirido ao longo do mês.

Elabore essa lista dentro da realidade: para conseguir segui-la e não ver frustrado o seu propósito.

4. Priorize comprar aquilo que você precisa

Seguir essa dica parece simples à primeira vista, mas refletir sobre o que ela significa vai mostrar toda sua complexidade.

Quantas vezes você foi tentado por liquidações “imperdíveis”, e prazos de pagamento “a perder de vista”? Pois é, o consumidor está exposto, o tempo todo, a esses estímulos para comprar.

Muitas vezes é mesmo difícil deixar de adquirir bens e serviços cujas condições de venda parecem muito atraentes. Por isso é preciso ter muito claro aquilo que você realmente precisa comprar.

Tenha em mente que precisar é diferente de desejar, e priorize comprar o necessário. Claro que você é livre para realizar seus desejos de consumo.

Somente atente ao momento de concretizar as compras não prioritárias, que devem sempre ser planejadas.

5. Faça o possível para comprar à vista

Uma das estratégias do comércio para incentivar o consumo é oferecer suaves parcelamentos para as compras.

Muito tentador pagar só um pouquinho e levar para casa aquele supermercado caprichado, ou o bem que você namora há tempos.

Porém, de parcela em parcela muita gente vê a renda todinha comprometida. E é justamente aí que a alegria de comprar vira dificuldade de saldar débitos.

Portanto, escolha comprar à vista. Principalmente produtos costumeiros, como alimentos, medicamentos de uso contínuo e combustível, itens que devem estar previstos no orçamento.

6. Jamais parcele as contas de casa

Péssimo negócio pagar as contas de casa no cartão de crédito. Além de entrar em uma roda viva financeira, ao fazer isso você encarece tais encargos.

Isso, porque sobre o valor original da conta vai incidir o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

7. Fuja das dívidas de longo prazo

Academia, TV por assinatura, plano de telefonia celular: evite assumir diversas mensalidades ao mesmo tempo. Com muitas parcelas para pagar, o perigo de endividamento aumenta.

Então, como você quer justamente o contrário, contrate serviços pré-pagos. Já há pacotes de canais fechados disponíveis nessa modalidade, assim como minutos e dados móveis para celular.

Ao cuidar do físico, procure pagar a academia mês a mês. Fechar plano anual — com garantia de cheques ou cartão de crédito —, só se você tiver muita certeza quanto ao futuro de seus rendimentos.

8. Troque dívidas caras por um financiamento mais barato

Você ainda desconhecia como não fazer dívidas, fez parcelamentos e não conseguiu pagar em dia. Passou por imprevistos e o jeito foi recorrer ao cartão, cheque especial ou outras formas de crédito.

Com isso, está com várias dívidas em andamento, cujos juros e correções monetárias estão dia a dia encarecendo o valor inicial. Nesse caso, a saída é transformar essas dívidas caras em uma só, mais barata.

Alternativa eficiente para essa conversão é o empréstimo com garantia de bem. Com ele, você transforma diferentes dívidas em uma única, alinhada com sua capacidade de quitação.

O que diferencia esse tipo de crédito dos demais é seu risco ser minimizado pela oferta da garantia. Resultado: menores juros e correções monetárias.

Exemplos de empréstimo com garantia são os refinanciamentos de veículos e imóveis:

Empréstimo com garantia de veículo

Também chamado de refinanciamento de veículo, essa linha de crédito permite levantar até 80% do valor do carro. Entre suas vantagens está a possibilidade de quitação em até 48 meses, aprovação de crédito rápida e taxas de juros atrativas.

Empréstimo com garantia de imóvel

Refinanciar o imóvel é uma solução voltada a quem precisa levantar altas quantias. As vantagens dessa operação financeira ficam por conta das baixas taxas de juros e dos largos prazos de pagamento — que podem ir além de 10 anos.

Seguir as 8 dicas elencadas aqui no post, e aliar tais práticas a sua força de vontade, contribuirá fortemente para manter longe o endividamento. Por isso, vale afirmar: como não fazer dívidas é muito mais uma questão de reeducação financeira do que simples fórmula mágica.

Portanto, as condutas acima elencadas não tem mistério, não demandam habilidades especiais e nem esforços sobre-humanos. Requerem sim, cultivar uma nova maneira de lidar com o dinheiro.

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